Para ler e meditar

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  • Uns condenam a educação moderna, saudosos dos tempos em que as crianças obedeciam aos pais pelo olhar e tremiam diante do mestre. Outros aprovam a nova educação sem a conhecer e fazem do seu princípio de liberdade uma forma de abandono. Não há liberdade irrestrita, pois a liberdade só pode existir dentro das condições necessárias. Um home solto no espaço, livre até mesmo da gravitação, não pode fazer coisa alguma e perecerá na desolação. Para que ele tenha liberdade é preciso que esteja condicionado pelo meio físico, pisando a terra e aspirando o ar, condicionado pelo corpo e pelo meio familiar e social, e assim por diante.

    A educação antiga era uma forma de domesticação. As crianças eram tratadas como animais. A educação moderna, a partir de Rousseau, é uma forma de compreensão. O seu princípio básico não é a liberdade, mas a compreensão da criança como um ser em desenvolvimento. O seu objetivo não é o abandono da criança a si mesma e sim o cultivo paciente da criança, para que possa crescer sadia no corpo e no espírito. Os maus juízos sobre a nove educação provêm do seu desconhecimento pelos pais e pelos mestres, muitos dos quais não possuem aptidão para educar.

    Para os órfãos, o trecho

     

    Irmão Saulo ,Na era do Espírito.

     Francisco Cândido Xavier – HerculanoPires.

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Centro Espírita Paz, Amor E Caridade

Era um grupo idealista o que se reuniu no dia 7 de junho de 1953, na Rua Augusto Stelfeld, 21, prolongamento, propriedade do Sr. Carlos Kaning, com o intuito de fundar um Grupo Espírita: Antônio José de Souza, Cândido de Jesus Cardoso, Manoel dos Santos, Arthur da Silva Oliveira, Carlos Kaning, Ary Cardoso Freitas, Antônio Correia, Maria Acácia Brito, Eugênia dos Santos, Amercinda dos Santos Mendes, Edith Kaning e Francisca Pereira.

Pensou-se no nome: Grupo Espírita Paz, Amor e Caridade. E logo se organizou a primeira Diretoria, tendo Antônio José de Souza, como Presidente;   Presidente de honra Maria Acácia de Brito; 1° Secretário, Arthur da Silva Oliveira; 2° Secretário, Ary Cardoso Freitas; 1° Tesoureiro, Francisca Pereira; 2° Tesoureiro, Edith Kaning. Conselheiros: Carlos Kaning, Manoel Maximo dos Santos, Heginio Victor Butins, Cândido Cardoso, Elvira Cataloski, Ary Cardoso e Edith Kaning.

Em reuniões subseqüentes, optou-se pela construção de um barracão no terreno do Sr. Carlos Kaning e, finalmente, em 11 de outubro de 1953, às quinze horas, reunidos os membros da Diretoria, foi fundado o Grupo Espírita Paz, Amor e Caridade.

Seu primeiro Estatuto Social foi aprovado em 9 de janeiro de 1956 e, logo, naquele mesmo ano, em junho, filiou-se à Federação Espírita do Paraná – FEP, já com a denominação alterada para Centro Espírita Paz, Amor e Caridade.

Em 21 de agosto de 1956, foi apresentado pelo Vereador Ondino Ruy Camargo de Loyola à Câmara Municipal de Curitiba, projeto de Lei, que tomou o número 114/56, solicitando do Município a doação de uma área de terreno para a construção própria do Centro.

A doação do terreno foi promulgada pela Câmara Municipal e, em 1958, o CEPAC passou a funcionar em sede própria, no bairro Bigorrilho. A transferência para a atual e definitiva sede (Rua Cleto da Silva, 747) no Boqueirão, se efetivou no ano de 1983.

Digna de registro é a nota de que as primeiras cadeiras utilizadas foram doadas pelo Centro Espírita Capa dos Pobres, demonstrando essa união de corações entre as Casas Espíritas.

Igualmente de destaque, algumas datas, como a de 1957, em que foi criada a União da Mocidade Espírita Paz, Amor e Caridade; a de 1959, quando se organizou Estudo da Doutrina Espírita, na oportunidade especialmente dirigido aos médiuns; em 1965, a criação da Mocidade Espírita.

O Centro Espírita Paz, Amor e Caridade está situado na região de abrangência da União Regional Espírita – URE  Metropolitana Leste.