Para ler e meditar

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  • Uns condenam a educação moderna, saudosos dos tempos em que as crianças obedeciam aos pais pelo olhar e tremiam diante do mestre. Outros aprovam a nova educação sem a conhecer e fazem do seu princípio de liberdade uma forma de abandono. Não há liberdade irrestrita, pois a liberdade só pode existir dentro das condições necessárias. Um home solto no espaço, livre até mesmo da gravitação, não pode fazer coisa alguma e perecerá na desolação. Para que ele tenha liberdade é preciso que esteja condicionado pelo meio físico, pisando a terra e aspirando o ar, condicionado pelo corpo e pelo meio familiar e social, e assim por diante.

    A educação antiga era uma forma de domesticação. As crianças eram tratadas como animais. A educação moderna, a partir de Rousseau, é uma forma de compreensão. O seu princípio básico não é a liberdade, mas a compreensão da criança como um ser em desenvolvimento. O seu objetivo não é o abandono da criança a si mesma e sim o cultivo paciente da criança, para que possa crescer sadia no corpo e no espírito. Os maus juízos sobre a nove educação provêm do seu desconhecimento pelos pais e pelos mestres, muitos dos quais não possuem aptidão para educar.

    Para os órfãos, o trecho

     

    Irmão Saulo ,Na era do Espírito.

     Francisco Cândido Xavier – HerculanoPires.

Encontro com Deus PDF Imprimir E-mail

Encontro com Deus

Um dia, a Gota d'Água, o Raio de Luz, a Abelha e o Homem Pregui-çoso tiveram um Encontro com o Criador de todas as coisas.

A Gota d'Água disse que ajudara uma raiz de laranjeira, que estava com muita sede. Como era muito pequenina, e vira outras árvores e animais padecendo sede, rogou ao Pai que enviasse outras muitas gotas d'água para os atenderem. Assim, poderiam juntas realizar um bom trabalho.

E Deus, sorrindo, enviou a chuva generosa.

O Raio de Luz informou que descera a um abismo muito profundo e ali fizera claridade. No entanto, observara que as trevas eram muitas e muitas também eram as pessoas que desejavam claridade. Assim, suplicou que a Bondade Divina criasse outros tantos raios de luz.

O Pai respondeu que lhe daria o concurso do Sol, das lâmpadas, dos livros e de todas as boas palavras que se encontram na Terra.

A Abelha falou de sua fabricação de mel. Mas, disse também que vira muitas crianças fracas e doentes. Pediu a Deus mais flores e mais abelhas, para intensificar a produção.

Feliz, o Pai de todos a abençoou e disse que providenciaria novos jardins e novas companheiras para ela.

O Homem Preguiçoso só falou das dificuldades em realizar o Bem e o Divino Criador, sempre Justiça e Amor, pediu-lhe que seguisse o exemplo da Gota d'Água, do Raio de Luz e da Abelha.

Foi assim que a Gota d'Água regressou cristalina, o Raio de Luz retornou aos abismos, brilhando, a Abelha desceu aos novos jardins e o Homem Preguiçoso foi aprender com cada um deles, a servir sempre.

Adaptação do cap. 3 da obra Alvorada cristã, espírito Néio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, FEB, 1971.

 

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