Para ler e meditar

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  • Uns condenam a educação moderna, saudosos dos tempos em que as crianças obedeciam aos pais pelo olhar e tremiam diante do mestre. Outros aprovam a nova educação sem a conhecer e fazem do seu princípio de liberdade uma forma de abandono. Não há liberdade irrestrita, pois a liberdade só pode existir dentro das condições necessárias. Um home solto no espaço, livre até mesmo da gravitação, não pode fazer coisa alguma e perecerá na desolação. Para que ele tenha liberdade é preciso que esteja condicionado pelo meio físico, pisando a terra e aspirando o ar, condicionado pelo corpo e pelo meio familiar e social, e assim por diante.

    A educação antiga era uma forma de domesticação. As crianças eram tratadas como animais. A educação moderna, a partir de Rousseau, é uma forma de compreensão. O seu princípio básico não é a liberdade, mas a compreensão da criança como um ser em desenvolvimento. O seu objetivo não é o abandono da criança a si mesma e sim o cultivo paciente da criança, para que possa crescer sadia no corpo e no espírito. Os maus juízos sobre a nove educação provêm do seu desconhecimento pelos pais e pelos mestres, muitos dos quais não possuem aptidão para educar.

    Para os órfãos, o trecho

     

    Irmão Saulo ,Na era do Espírito.

     Francisco Cândido Xavier – HerculanoPires.

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Bem-vindos ao  site do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade.

No menu ao lado é possível saber mais sobre as atividades de nossa casa.

Paz a todos!

 

 

 

O BEM

 

– Será suficiente não se fazer o mal, para ser agradável a Deus e assegurar uma situação futura?

 

“Não: é preciso fazer o bem, no limite das próprias forças, pois cada um responderá por todo o mal que tiver ocorrido por causa do bem que deixou de fazer.” (Questão 642, de “O Livro dos Espíritos” – Allan Kardec.)

 

 

 

Estás aflito?

 

Está alguém entre vós aflito? Ore.

Tiago,5:13

 

A maioria das pessoas inquietas pede alívio, apressadamente, como se a consolação real fosse obra de improviso, a impor-se de fora para dentro.

Se tens fé, meu amigo, aprende a orar nas situações difíceis. Toda aflição tem uma causa. Não é preciso, porém, que o médico ou o sacerdote venha indicá-la aos teus olhos.

Geralmente, nossas angústias se radicam em nossa própria leviandade no trato com a vida, quando não procede de prováveis deslizes nas existências anteriores. Se o erro é de hoje, reparemo-lo, enquanto respiramos no caminho daqueles que ofendemos; se as sombras chegam de ontem, demonstremos coragem e valor moral, desfazendo-as, através do trabalho perseverante no bem.

Se a inquietação te bate à porta, busca a prece e medita. Amigos espirituais, benfeitores de tua paz íntima, acudirão em teu socorro, inspirando-te o roteiro a seguir, com palavras consoladoras e reconstrutivas, em forma de pensamentos santificantes.

Humilhaste alguém? Solicita desculpas e corrige o erro impensado. Credores atormentam-te? Habitua-se a comer e vestir de acordo com as tuas possibilidades e paga os teus débitos com paciência.

O desânimo absorve-te o coração? Lembra-te de que o tédio é um insulto à fraternidade humana, porque a dor e a necessidade, a tristeza e a doença, a pobreza e a morte não se acham longe de ti.

Há muito trabalho por fazer, além dos teus muros felizes. Ajusta-te ao ideal de servir por amor, sem espírito de recompensa e as tuas horas estarão repletas de abençoado serviço aos semelhantes. De qualquer modo, nas aflições, não atires a tua cruz sobre os companheiros de tarefa. Ora, com serenidade, examina-te à claridade da verdadeira justiça e busca solucionar os problemas que te inquietam, usando os recursos divinos que o Senhor confiou a ti mesmo. 

 

 

Do livro Nosso livro, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel.

 

 

 

 “Quando o Evangelho penetra o lar, o coração abre mais facilmente a porta ao Mestre Divino

Emmanuel

O EVANGELHO NO LAR é a reunião fraterna dos componentes do lar, sob o amparo de Jesus. 

São objetivos do EVANGELHO NO LAR: 

* bem compreender e sentir o Evangelho, a fim de melhor exemplificá-lo;

* criar o hábito salutar de reuniões evangélicas no lar, no intuito de despertar e acentuar o sentimento de fraternidade que deve existir entre as criaturas; 
* melhorar a proteção do lar, através do cultivo dos bons pensamentos, ensejando a afluência dos Mensageiros do Bem; 
* obter amparo necessário que possibilite a superação das dificuldades materiais e espirituais, em consonância com a recomendação “Orai e Vigiai”, ensinada por Jesus; 
* unir sempre mais os participantes do Lar, propiciando uma vivência mais amorosa. 

Maneira de realizar o EVANGELHO NO LAR: 

* reunir os componentes do lar uma vez por semana, em dia e hora pré-determinados; 
* iniciar com uma prece simples e espontânea; 
* ler um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", comentando-o de forma acessível. Deve-se evitar qualquer comentário contra qualquer religião, pessoas ou situações, bem como transformar os ensinamentos em críticas diretas ou indiretas a qualquer membro da família ou a outras pessoas; 

* em desejando, pode-se complementar a leitura com outras obras espíritas, como por exemplo, livros de cartões mensagens psicografados pelos médiuns Francisco Cândido Xavier, Divaldo Pereira Franco ou José Raul Teixeira; 

* em havendo crianças, quando presentes, aproveitá-las para fazer uma prece, declamar uma pequena poesia ou ler um pequeno trecho evangélico; 

* fazer prece de agradecimento, rogando pela paz no Mundo, pelas criaturas carentes de toda sorte, pelas pessoas com quem temos dificuldades de ajustamento, pelo incentivo e proteção dos trabalhadores do Bem e da Verdade, por nós próprios; 

* encerrar. 

LEMBRETES:

* a duração não deve ultrapassar uma hora; 

* acautelar-se para não transformar a reunião em trabalho mediúnico; a mediunidade e a assistência espiritual devem ser atendidas em Sociedade Espírita idônea; 

* não suspender a reunião em virtude de visitas ou eventos adiáveis. As visitas podem participar da reunião. 

EVANGELHO EM FAMÍLIA 


“Surgem flores de luminoso cristal transparente em festões multiplicados e em torno do grupo de corações humanos, sentados em volta da mesa singela, ora transformada em coruscante Via-Láctea, os Espíritos confraternizam.

O céu desce à Terra e os apelos dos homens se elevam às alturas.

Silêncio e paz !

A família ora!

À medida que o pensamento humano se fixa na busca dos ouvidos divinos, matiza-se o ser, irisado por incomum fulgor, e, quando fala, no balbuciar das palavras, as construções mentais se corporificam através dos seus lábios, em sutis exteriorizações cambiantes, que impregnam o já saturado local, transformado em palácio de sonho.

Instalado o culto evangélico do lar, as expressões humanas produzem alegrias e os fluidos superiores vitalizam. Intercâmbio de amor, as lições de sabedoria cristã e espírita predispõem à coragem, à vida, penetrando os seres que se reconfortam no convívio da esperança.

Sobre a água exposta, em evocação ao esponsalício de Caná, forças etéreas em vibrações de difícil definição, impregnam o líquido, que modifica a constituição, ora alterada pelos fluidos do Mundo Espiritual.

Orando, a família se levanta e ergue com o seu esforço a Humanidade cambaleante.

A bênção da caridade esplende no socorro aos desencarnados e na assistência, pela prece intercessória, aos transeuntes da rota carnal.

O cenáculo da fraternidade pura, ressurge, e à hora da prece final, em magia de superior beleza, o Senhor se faz presente, Hóspede Divino no lar dos corações, a todos abençoando.

A pouco e pouco, quando o sono físico toma os corpos da família em repouso, após concluída a festa evangélica, o cortejo de Obreiros da Vida, de retorno, levam-os às Regiões da Paz, onde se preparam para os cometimentos do porvir.

...E as estrelas, piscando, sorriem luzes acima, na noite tranquila. ” 

Amélia Rodrigues Psicografia de Divaldo Pereira Franco

 

 

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