Para ler e meditar

Mensagens

direcionadas à:

 

 

  • Uns condenam a educação moderna, saudosos dos tempos em que as crianças obedeciam aos pais pelo olhar e tremiam diante do mestre. Outros aprovam a nova educação sem a conhecer e fazem do seu princípio de liberdade uma forma de abandono. Não há liberdade irrestrita, pois a liberdade só pode existir dentro das condições necessárias. Um home solto no espaço, livre até mesmo da gravitação, não pode fazer coisa alguma e perecerá na desolação. Para que ele tenha liberdade é preciso que esteja condicionado pelo meio físico, pisando a terra e aspirando o ar, condicionado pelo corpo e pelo meio familiar e social, e assim por diante.

    A educação antiga era uma forma de domesticação. As crianças eram tratadas como animais. A educação moderna, a partir de Rousseau, é uma forma de compreensão. O seu princípio básico não é a liberdade, mas a compreensão da criança como um ser em desenvolvimento. O seu objetivo não é o abandono da criança a si mesma e sim o cultivo paciente da criança, para que possa crescer sadia no corpo e no espírito. Os maus juízos sobre a nove educação provêm do seu desconhecimento pelos pais e pelos mestres, muitos dos quais não possuem aptidão para educar.

    Para os órfãos, o trecho

     

    Irmão Saulo ,Na era do Espírito.

     Francisco Cândido Xavier – HerculanoPires.

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Escrito por Mônica Gemin Rodrigues   
Ter, 11 de Janeiro de 2011 11:49

Bem-vindos ao  site do Centro Espírita Paz, Amor e Caridade.

No menu ao lado é possível saber mais sobre as atividades de nossa casa.

Paz a todos!

 

 

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 O ciúme

 

 O ciúme é um sentimento perturbador, que aflige a maioria das criaturas e alcança algumas outras espécies animais. Trata-se de uma emoção que se deriva do medo de perder-se a pessoa amada ou os objetos, posições e relacionamentos conseguidos ao longo da existência. É muito variável o seu grau de manifestação, apresentando-se de maneira sutil e simples até os casos mais graves de transtorno psicológico e mesmo mental, quando se transforma em fixação patológica.

 

O ciúme tem causas diversas, desde a infância, nos complexos de Édipo e de Electra, quando a criança ama o genitor do mesmo sexo e tem medo de perdê-lo. Noutros casos, são fenômenos de falta de autoestima e de ausência de segurança pessoal, por não acreditar nos próprios valores que lhe parecem insignificantes, facilmente superados pelos de outras pessoas.

 

Famílias desajustadas em que são demonstradas afeições diferenciadas entre os seus membros, com a eleição de uns em detrimento de outros, respondem a conflitos e recalques de autodesvalorização e medo. O ciúme transtorna a vida de quem o padece e agasalha, assim como daquele que lhe padece o aguilhão, porquanto a sua morbidez atormenta a ambos, envolvendo também outrem que lhe seria o causador.

 

Mesmo nas suas expressões mais simples, tem tendência de tornar-se destruidor, pela ausência de confiança e pelos tormentos que produz no paciente, inspirando-lhe, muitas vezes, crimes tenebrosos, a fim de livrar-se da situação. O ciúme é filho espúrio do egoísmo na sua faina de querer sempre para si, de não repartir emoções nem posses, encastelando-se em territórios de congelamento afetivo.

 

Pode-se facilmente superá-lo, quando os parceiros se resolvem pela honestidade do diálogo esclarecedor, oferecendo, cada um a seu turno, segurança e paz, defluentes do próprio ato de amar. Em casos mais graves deve-se recorrer à psicoterapia, a fim de libertar-se desse gigante da alma que alucina. O verdadeiro amor não se deixa corroer pela insegurança do ciúme.

 

Divaldo Pereira Franco.

 Artigo publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em  7.4.2016.

 Em 11.4.2016.

 

 

 

 

 

Estás aflito?

 

Está alguém entre vós aflito? Ore.

Tiago,5:13

 

A maioria das pessoas inquietas pede alívio, apressadamente, como se a consolação real fosse obra de improviso, a impor-se de fora para dentro.

Se tens fé, meu amigo, aprende a orar nas situações difíceis. Toda aflição tem uma causa. Não é preciso, porém, que o médico ou o sacerdote venha indicá-la aos teus olhos.

Geralmente, nossas angústias se radicam em nossa própria leviandade no trato com a vida, quando não procede de prováveis deslizes nas existências anteriores. Se o erro é de hoje, reparemo-lo, enquanto respiramos no caminho daqueles que ofendemos; se as sombras chegam de ontem, demonstremos coragem e valor moral, desfazendo-as, através do trabalho perseverante no bem.

Se a inquietação te bate à porta, busca a prece e medita. Amigos espirituais, benfeitores de tua paz íntima, acudirão em teu socorro, inspirando-te o roteiro a seguir, com palavras consoladoras e reconstrutivas, em forma de pensamentos santificantes.

Humilhaste alguém? Solicita desculpas e corrige o erro impensado. Credores atormentam-te? Habitua-se a comer e vestir de acordo com as tuas possibilidades e paga os teus débitos com paciência.

O desânimo absorve-te o coração? Lembra-te de que o tédio é um insulto à fraternidade humana, porque a dor e a necessidade, a tristeza e a doença, a pobreza e a morte não se acham longe de ti.

Há muito trabalho por fazer, além dos teus muros felizes. Ajusta-te ao ideal de servir por amor, sem espírito de recompensa e as tuas horas estarão repletas de abençoado serviço aos semelhantes. De qualquer modo, nas aflições, não atires a tua cruz sobre os companheiros de tarefa. Ora, com serenidade, examina-te à claridade da verdadeira justiça e busca solucionar os problemas que te inquietam, usando os recursos divinos que o Senhor confiou a ti mesmo. 

 

 

Do livro Nosso livro, psicografia de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel.

 

 

 

 

“Quando o Evangelho penetra o lar, o coração abre mais facilmente a porta ao Mestre Divino.”

Emmanuel

O EVANGELHO NO LAR é a reunião fraterna dos componentes do lar, sob o amparo de Jesus.

São objetivos do EVANGELHO NO LAR:

* bem compreender e sentir o Evangelho, a fim de melhor exemplificá-lo;


* criar o hábito salutar de reuniões evangélicas no lar, no intuito de despertar e acentuar o sentimento de fraternidade que deve existir entre as criaturas;

* melhorar a proteção do lar, através do cultivo dos bons pensamentos, ensejando a afluência dos Mensageiros do Bem;

* obter amparo necessário que possibilite a superação das dificuldades materiais e espirituais, em consonância com a recomendação “Orai e Vigiai”, ensinada por Jesus;

* unir sempre mais os participantes do Lar, propiciando uma vivência mais amorosa.

Maneira de realizar o EVANGELHO NO LAR:

* reunir os componentes do lar uma vez por semana, em dia e hora pré-determinados;
* iniciar com uma prece simples e espontânea;
* ler um trecho de "O Evangelho Segundo o Espiritismo", comentando-o de forma acessível. Deve-se evitar qualquer comentário contra qualquer religião, pessoas ou situações, bem como transformar os ensinamentos em críticas diretas ou indiretas a qualquer membro da família ou a outras pessoas;

* em desejando, pode-se complementar a leitura com outras obras espíritas, como por exemplo, livros de cartões_mensagens psicografados pelos médiuns Francisco Cândido Xavier, Divaldo Pereira Franco ou José Raul Teixeira;

* em havendo crianças, quando presentes, aproveitá-las para fazer uma prece, declamar uma pequena poesia ou ler um pequeno trecho evangélico;

* fazer prece de agradecimento, rogando pela paz no Mundo, pelas criaturas carentes de toda sorte, pelas pessoas com quem temos dificuldades de ajustamento, pelo incentivo e proteção dos trabalhadores do Bem e da Verdade, por nós próprios;

* encerrar.

LEMBRETES:

* a duração não deve ultrapassar uma hora;

* acautelar-se para não transformar a reunião em trabalho mediúnico; a mediunidade e a assistência espiritual devem ser atendidas em Sociedade Espírita idônea;

* não suspender a reunião em virtude de visitas ou eventos adiáveis. As visitas podem participar da reunião.

EVANGELHO EM FAMÍLIA


“Surgem flores de luminoso cristal transparente em festões multiplicados e em torno do grupo de corações humanos, sentados em volta da mesa singela, ora transformada em coruscante via-láctea, os Espíritos confraternizam.

O céu desce à Terra e os apelos dos homens se elevam às alturas.

Silêncio e paz !

A família ora!

À medida que o pensamento humano se fixa na busca dos ouvidos divinos, matiza-se o ser, irisado por incomum fulgor, e, quando fala, no balbuciar das palavras, as construções mentais se corporificam através dos seus lábios, em sutis exteriorizações cambiantes, que impregnam o já saturado local, transformado em palácio de sonho.

Instalado o culto evangélico do lar, as expressões humanas produzem alegrias e os fluidos superiores vitalizam. Intercâmbio de amor, as lições de sabedoria cristã e espírita predispõem à coragem, à vida, penetrando os seres que se reconfortam no convívio da esperança.

Sobre a água exposta, em evocação ao esponsalício de Caná, forças etéreas em vibrações de difícil definição, impregnam o líquido, que modifica a constituição, ora alterada pelos fluidos do Mundo Espiritual.

Orando, a família se levanta e ergue com o seu esforço a Humanidade cambaleante.

A bênção da caridade esplende no socorro aos desencarnados e na assistência, pela prece intercessória, aos transeuntes da rota carnal.

O cenáculo da fraternidade pura, ressurge, e à hora da prece final, em magia de superior beleza, o Senhor se faz presente, Hóspede Divino no lar dos corações, a todos abençoando.

A pouco e pouco, quando o sono físico toma os corpos da família em repouso, após concluída a festa evangélica, o cortejo de Obreiros da Vida, de retorno, levam-os às Regiões da Paz, onde se preparam para os cometimentos do porvir.

...E as estrelas, piscando, sorriem luzes acima, na noite tranqüila.”

Amélia RodriguesPsicografia de Divaldo Pereira Franco

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Última atualização em Sáb, 09 de Abril de 2016 14:27